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5 Estratégias para engajar o cliente

5 Estratégias para engajar o cliente

Engajamento é palavra chave no mercado

Você não precisa conduzir o cliente para a compra, ele tem vontade própria, você precisa entender o cliente e o mercado. Existe uma grande diferença entre ser incisivo e insistente.

Conheça o cliente tão bem que o produto vai combinar com ele e se vender sozinho

Conheça a Persona

A palavra Flerte é uma ótima analogia! Afinal, você quer ganhar os corações dos clientes, não é?

Essa é talvez uma das primeiras decisões que você deve tomar para seu negócio. Definir quem é seu público Alvo. Vá a fundo, conheça aquela pessoa bem de perto, o que ela sente, os lugares que frequenta, com quem ela se relaciona. Você não pode invadir a rede social de ninguém, mas pode observar por onde ela navega sem ser inconveniente, de quais grupos participa, quais atividades ela pratica. Escolha seu público ideal, alguém com que você se identifique.

Está parecendo pretensão escolher a pessoa para quem quer vender, não? Nas vendas tradicionais pode ser, mas nos novos negócios, cada mais personalizados, não!

Análise do ambiente de negócios

Ora, não tem nada de errado em olhar o trabalho dos outros, está na rede para isso. Afinal, Antoine Lavoisier, considerado o pai da Química, já dizia “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Tenha ideias, crie insights, estude o ambiente.

Primeiro vem o foco principal, a ponta do iceberg. Peter Drucker, o pai da administração moderna, disse “A melhor forma de prever o futuro é criá-lo”. Essa citação por si provoca muitos insights do que eu poderia dizer aqui, mas esse momento é só seu.

Seja visionário (a), criativo (a), é a hora de ser o mais ambicioso (a) possível. Imagine o TOPO, o mais alto onde deseja chegar. Depois traceje os caminho e aí sim você constrói o primeiro degrau.

Prepare o vendedor?

Quando o cliente não sabe que tem um problema? Se você encontrar essa oportunidade o cliente é seu!

Você conhece o método AIDA, não é? Qualquer vendedor deve conhecer.

É aquela abordagem básica do marketing: ATENÇÃO → INTERESSE → DESEJO → AÇÃO.

Chamar a atenção para atrair o interesse, acionar o desejo e finalizar a compra. É claro que nós sabemos que existe uma série de relações que envolvem esse meio, mas esse é o começo.

Um bom vendedor identifica a jornada de compra já no primeiro contato. Não é preciso experiencia de venda para ter sensibilidade.

Acima de tudo precisa conhecer o produto

Imagine-se comprando um carro e o vendedor não sabendo sanar suas dúvidas. A única certeza que você terá nessa hora é de que não vai fechar a compra, não com esse vendedor. Você sabe que está tomando uma decisão importante que demanda de alto investimento, você precisa ter certeza antes de fechar o negócio.

Estudo é algo fundamental para qualquer profissão. Conhecer o produto é algo básico, apresentar os benefícios, convencer o cliente de que esse produto lhe fará feliz. Depois, a abordagem deve ser precisa, confiante, venda como se estivesse comprando, coloque-se no lugar do comprador. Só  assim você obterá sucesso.

Enxergue seu segmento de mercado a longo prazo

Mantenha o foco no cliente e não no produto, assim você terá uma margem de manobra e os riscos de fracassar serão menores, por que os desejos do cliente mudam e o seu mercado deve mudar com eles.

Theodore Levitt, professor da Harvard Business School, chamou de “Miopia em Marketing”, aquele negócio concentrado em vender seus produtos e cegos às circunstâncias e desejos dos clientes.

O mercado atual está foca nas experiências, os produtos ficaram a mercê da perda de valor. Não é o Preço que está em jogo é a relevância, não existe produto caro ou barato, mas sim produtos com estratégia de precificação ineficaz, que resultam em uma percepção de valor inadequada por parte do cliente.

Quando Henry Ford desenvolveu sua famosa linha de produção em massa de carros, os chamados Ford modelo T, só havia uma opção de cor: preto.
Na época, uma frase dele ficou famosa: – O cliente pode ter um carro pintado da cor que desejar, contanto que seja preto.

O foco, evidentemente, não era no cliente, mas no produto.

Com o tempo, outros modelos de negócios foram sendo desenvolvidos e uma longa jornada até a criação do conceito de foco no cliente foi percorrida.

por: Karine Hasse

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