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Gatilhos mentais no marketing

Gatilhos mentais no marketing

Como usar gatilhos mentais no marketing digital e conteúdo

Gatilhos mentais são mecanismos psíquicos que ajudam na tomada de decisões.

Eu penso que ir além das técnicas pode ser mais agradável, e apesar de mais desafiador, pode trazer melhores resultados. Falar da vida real, contar como você se sente, abrir o seu coração pode atrair mais o interesse das pessoas. Mas precisamos falar das técnicas, afinal, pessoas estudaram elas para nos contar, então vamos lá:
Podemos usar  alguns macetes do Google, como algumas fórmulas de neuromarketing. Com cuidado e atenção seremos autoridade no nosso assunto rapidinho.

Você sabe o que é Copywrite?

É uma palavra do inglês sem uma tradução correspondente, que pode ser definida como a arte de escrever de maneira persuasiva com o objetivo de convencer o leitor a praticar uma determinada ação esperada pelo copywriter, como por exemplo, cadastrar o e-mail ou realizar uma compra.

Veja algumas técnicas muito usada no Marketing:

Conhece aqueles apelos do tipo: “últimas vagas”, “ingressos esgotando”, eles funcionam bem para o leitor. É legal criar algumas ofertas, por exemplo: “Se você leu até agora então, garanta sua vaga já, porque só temos 20 lugares, fazendo sua inscrição agora você ganha um brinde surpresa”.

Não sei a fonte, vi replicado em diversos perfis de Instagram

Veja esse post ao lado:

O gatilho da curiosidade, ativa partes do cérebro ligadas ao prazer, ou seja, ficamos satisfeitos em descobrir algo novo. O gatilho mental da curiosidade fica ainda mais poderoso quando linkado a uma polêmica, dificilmente ele passa despercebido pelas pessoas, pois, além de saber o que vai acontecer, vai compartilhar com amigos.

Logo, o gatilho de autoridade é outro recurso bem interessante, muitas vezes ele atinge a dor da insegurança, então, ofereça confiança. Diga que o seu negócio é a melhor escolha com as melhores soluções, confiança é fundamental!

O gatilho de especificidade: Sabe quando compramos um produto de R$ 4,99, quase sempre ele passa a ser 4 e pouco e não 5 reais, se você for específico nos teus textos significa que pesquisou, foi a fundo…

E por fim, o gatilho emocional: atingir as dores do cliente. Cria ansiedade no leitor, jogar os problemas na cara dele, e cria uma história, um caminho claro para as soluções. Crie um storytelling.

A roda das emoções

O marketing fala muito das dores do cliente, sobre usar as dores das pessoas para atraí-las à compra. Acho grotesco tratar assim, mas é fato, existem estudos que comprovam que atingindo as dores conseguimos prender mais a sua atenção. Enfim, na prática, quem não se sente melhor, em um dia triste, fazendo umas comprinhas? Espero que eu não seja a única aqui!

Um psicólogo americano, Robert Plutchik, tentou mapear este universo complexo das emoções. Ele usou como base a teoria psicoevolucionária integrativa das emoções. É uma das mais influentes abordagens classificatórias para respostas emocionais em geral. Ela considera que existem oito emoções primárias: raiva, medo, tristeza, nojo, surpresa, curiosidade, aceitação e alegria. O trabalho dele deu origem à chamada Roda de Emoções.

A união de duas pontas imediatas da estrela forma a chamada díade, uma dupla primária que resulta em um terceiro sentimento. Por exemplo: a união da alegria com a confiança dá origem ao amor. Raiva e nojo podem levar ao desprezo; êxtase e terror tendem à admiração, e por aí vai. Leia

O que estou querendo dizer com isso? É que a mistura de certas palavras podem produzir sentimentos no leitor, mas conhecer essas técnicas é muito importante, porque não queremos atrair sentimentos negativos e nenhum tipo de desprezo, não é mesmo?

A novidade fisga o cérebro

Quando uma coisa é nova, automaticamente prestamos mais atenção e aquela informação passa a ser processada pelo cérebro como algo que pode ser importante para a nossa sobrevivência no futuro.

A tensão o mantém focado

As vezes, um conteúdo está passando feito paisagem, mas basta surgir um conflito, alguma questão em aberto, que a atenção do nosso cérebro se acende e nos faz ficar ligados.

A emoção estimula a memória

Recebemos inundações de informações o tempo todo, e não temos a capacidade de armazenar tudo, então o nosso cérebro seleciona, para guardar na memória, aquilo que provoca emoção, se você usar os gatilhos mentais terá mais chances de ficar gravados na memória.

Boas histórias geram empatia

Boas sensações fazem o cérebro produzir ocitocína, a química responsável pelo sentimento. Ou seja, se você contar boas histórias, aumenta as chance de criar uma conexão emocional com o seu público.

Viram? Boas histórias são pura química, use essa fórmula do storytelling para apresentar a sua marca.

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